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FundamentaçãodaMetafísicadosCostumes
ImmanuelKant
TraduçãodeAntônioPintodeCarvalho
CompanhiaEditoraNacional
PREFÁCIO
A
ANTIGA
filosofiagregarepartia-seemtrêsciências:aFísica,aÉticaeaLógica..Esta
divisãoestáinteiramentedeacordocomanaturezadascoisas,nemtemosque
introduzir-lhequalquerespéciedeaperfeiçoamento,anãoseracrescentaroprincípioem
queelasebaseia,paraquedessemodopossamos,porumlado,possuiracertezadeela
sercompletae,poroutrolado,determinarcomexatidãoassubdivisõesnecessárias.
Todoconhecimentoracionaléoumaterialerefere-seaqualquerobjeto,ouformale
ocupa-seexclusivamentecomaformadoentendimentoedarazão,umeoutroemsi
mesmosconsiderados,ecomasregrasuniversaisdopensamentoemgeral,sem
distinçãodeobjetos.Afilosofiaformaldenomina-seL
ÓGICA
,masafilosofiamaterial,
quetratadeobjetosdeterminadosedasleisaqueelesestãosujeitos,divide-se,porsua
vez,emduas,vistoestasleisseremouleisdanaturezaouleisdaliberdade.Aciência
dasprimeiraschama-seF
ÍSICA
;adassegundas,É
TICA
.Aqueladá-setambémonomede
FilosofiadanaturezaouFilosofianatural;aesta,odeFilosofiados costumes.
ALógicanãopodecomportarparteempírica,ouseja,partenaqualasleisuniversaise.
necessáriasdopensamentoestribememprincípiostomadosdaexperiência;de
contrário,nãoserialógica,istoé,cânonedoentendimentoedarazão,válidoparatodo
pensamentoecapazdeserdemonstrado.Aoinvés,tantoaFilosofianaturalcomoa
Filosofiamoralpodem,cadauma,possuirumaparteempírica,poisdevemaplicarsuas
leis,aquelaànaturezacomoaobjetodaexperiência,eestaàvontadehumanaenquanto
afetadapelanatureza:leis,noprimeiro,caso,emconformidadecomasquaistudo
acontece;leis,nosegundocaso,deacordocomasquaistudodeve(388)acontecer,
tomandotodaviaemconsideraçãoascondições,mercêdasquaismuitasvezesnão
aconteceoquedeveriaacontecer.
Pode-sedenominarempíricatodafilosofiaqueseapóiaemprincípiosdaexperiência;e
pura,aquederivasuasdoutrinasexclusivamentedeprincípiosapriori.Esta,quando
simplesmenteformal,chama-seLógica;mas,seforcircunscritaadeterminadosobjetos
doentendimento,recebeonomedeMetafísica.
Destemodo,surgeaidéiadeumaduplametafísica:umaMetafísicadanaturezaeuma
Metafísicadoscostumes.AFísicaterápois,alémdesuaparteempírica,umaparte
racional.OutrotantosucedecomaÉtica;embora,aqui,aparteempíricapossa
denominar-separticularmenteAntropologiaprática,eaparteracionalreceberonome
deMoral.
Todasasindústrias,mesteresearteslucraramcomadivisãodotrabalho.Devidoaela,
nãoéumsóquefaztodasascoisas,mascadaqualsecircunscreveàquelatarefa
peculiarque,porseumododeexecução,sedistinguesensivelmentedasdemais,afim
depodercumpri-lacomomáximodeperfeiçãoedefacilidadepossível.Ondeos
trabalhosnãosãoassimdivididosediscriminados,ecadaartistatemderealizartudo
porsi,asindústriaspermanecemnumafasedegrandebarbárie.Oraseria,porcerto,
questãodignadeserexaminada,perguntarseafilosofiapuranãoexigeemtodasassuas
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partesuniespecialistaqueselhedediqueexclusivamente,ese,paraoconjuntodesta
indústriaqueéaciência,nãoseriapreferívelqueosqueestãohabituadosaapresentar,
conformeaogostodopúblico,oempíricoimiscuídocomoracional,combinadoem
todaasortedeproporçõesqueelesprópriosdesconhecem,queasiprópriosse
qualificamdeautênticospensadoresaomesmotempoqueapodamdevisionáriososque
seocupamdapartepuramenteracional,senãoseriapreferível,digo,queessestais
fossemadvertidosaquenãoseincumbissemsimultaneamentededuastarefasque
devemserdesempenhadasdemaneirainteiramentediferente,cadaumadasquais
reclamasemdúvidatalentoparticular,ecujareuniãonumasópessoaconduzfatalmente
aproduzirobraimperfeita.Limito-me,entanto,aqui,aperguntarseanaturezada
ciêncianãoexigequeseseparesemprecomsumocuidadoaparteempíricadaparte
racional,quesefaçaprecederaFísicapropriamentedita(empírica)deumaMetafísica
danatureza,eaAntropologiapráticadeumaMetafísicadoscostumes,asquais
Metafísicasdeveriamsercuidadosamenteexpurgadasdetodoelemento(389)empírico,
comointuitodesabertudooquearazãopurapodefazeremambososcasoseemque
mananciaiselahaureestasuadoutrinaçãoapriori,quersemelhantetarefaseja
empreendidaportodososmoralistas(quenãotêmconto),quersomenteporalgunsque
paratalsesintamespecialmentechamados.
Comoaquinãotenhoemvistasenãopropriamenteafilosofiamoral,limitoaestes
termosaquestãoproposta:nãoseriadesumanecessidadeelaborar,devez,uma
Filosofiamoral.puracompletamenteexpurgadadetudoquantoéempíricoepertenceà
Antropologia?Quetalfilosofiadevaexistirresultamanifestamentedaidéiacomumdo
deveredasleismorais.Deve-seconcordarqueumalei,parapossuirvalormoral,istoé,
parafundamentarumaobrigação,precisadeimplicaremsiumaabsolutanecessidade;
requer,alémdisso,queomandamento:"Nãodevesmentir"nãosejaválidosomente
paraoshomens,deixandoaoutrosseresracionaisafaculdadedenãolheligarem
importância.Omesmosedigadasrestantesmoraispropriamenteditas.Porconseguinte,
oprincípiodaobrigaçãonãodeveseraquibuscadonanaturezadohomem,nemnas
circunstânciasemque eleseencontrasituadonomundo,masapriori.sónosconceitos
darazãopura];equalqueroutraprescrição,queestribenosprincípiosdasimples
experiência,mesmoquesobcertosaspectosfosseprescriçãouniversal,porpoucoque
seapóieemrazõesempíricas,nemquesejaporummotivoapenas,podeser
denominadaregraprática,nuncaporémleimoral.
Peloque,emtodoconhecimentopráticonãosóasleismorais,juntamentecomseus
princípios,sedistinguemessencialmentedetudooquecontémalgumelemento
empírico,comotambémtodafilosofiamoralseapóiainteiramenteemsuapartepura,e,
aplicadaaohomem,nãodeduzcoisaalgumadoconhecimentodoqueesteé
(Antropologia),senãoquelheconfere,namedidaemque eleéserracional,leisa
priori.Semdúvidataisleisexigemumafaculdadedejulgaraguçadapelaexperiência,
capazde,emparte,discerniremquecasoselassãoaplicáveise,emparte,procurar-lhes
acessoàvontadehumanaeinfluênciaparaaprática;porqueohomem,sujeitocomose
encontraatantasinclinações,possuidecertocapacidadeparaconceberaidéiadeuma
razãopuraprática,masnãopodeassimcomfacilidadeTornaressaidéiaeficazin
concretoemseuprocedimento.
(390)UmaMetafísicadoscostumesépoisrigorosamentenecessária,nãosópormotivo
denecessidadedaespeculação,afimdeindagaraorigemdosprincípiospráticosque
existemaprioriemnossarazão,mastambémporqueaprópriamoralidadeestásujeitaa
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todaaespéciedeperversões,enquantocarecerdestefiocondutoredestanorma
supremadesuaexataapreciação.Comefeito,paraqueumaaçãosejamoralmenteboa,
nãobastaquesejaconformecomaleimoral;épreciso,alémdisso,quesejapraticada
porcausadamesmaleimoral;decontrário,aquelaconformidadeeapenasmuito
acidentalemuitoincerta,vistocomooprincípioestranhoàmoralproduzirá,sem
dúvida,dequandoemquando,açõesconformescomalei,masmuitasvezestambém
açõesquelhesãocontrárias-Ora,aleimoralemsuapurezaegenuinidade(e
justamenteéistooquemaisimportanaprática)nãodeveserbuscadasenãonuma
Filosofiapura;donde,anecessidadedeesta(aMetafísica)viremprimeirolugar,pois
semelanãopodehaverfilosofiamoral.Nemafilosofia,queconfundeprincípiospuros
comprincípiospráticosmereceonomedefilosofia(poisestadistingue-sedo
conhecimentoracionalcomum,precisamenteporexpornumaciênciaàparteoqueeste
conhecimentocomumapreendeapenasdemodoconfuso);merecemenosaindaonome
defilosofiamoral,porquejustamentedevidoatalconfusãoprejudicaapurezada
moralidadeevaideencontroaseuprópriofim.
Nãosepensetodaviaqueoqueserequeraquiseencontrejánapropedêuticaqueo
ilustreW
OLFF
antepõeàsuafilosofiamoral,asabernaobraaquedeuotítulode
Filosofiapráticauniversal,eque,porconseguinte,nãohácampointeiramentenovo
queexplorar.Precisamenteporqueessapropedêuticadeviaserumafilosofiaprática
universal,considerouela,nãoumavontadedequalquerespécieparticular,comoseria,
porexemplo,umavontadedeterminada,nãopormotivosempíricos,massópor
princípiosapriori,equepudesseserdenominadavontadepura,masoquereremgeral,
comtodasasaçõesecondiçõesquelheconvémdentrodestesignificadogeral;
distingue-sepoisdaMetafísicadoscostumes,domesmomodoqueaLógicageralse
distinguedaFilosofiatranscendental:aLógicageralexpõeasoperaçõeseregrasdo
pensamentoemgeral,aopassoqueaFilosofiatranscendentalexpõeunicamenteas
operaçõeseregrasparticularesdopensamentopuro,ouseja,dopensamento,pormeio
doqualosobjetossãoconhecidosinteiramenteapriori.ÉqueaMetafísicados
costumesdeveindagaraidéiaeosprincípiosdeumavontadepurapossível,enãoas
açõesecondiçõesdohumanoquerer emgeral,asquais,emsuamaioria,sãotomadas
daPsicologia.OfatodenaFilosofiapráticageralsefalarigualmente(391)(embora
semrazão)deleismoraisededevernãoconstituiobjeçãocontraoqueafirmo.Com
efeito,osautoresdessaciênciapermanecemfiéis,nesteponto,àidéiaquedelaformam;
nãodistinguem,entreosprincípiosdedeterminação,aquelesque,comotais,são
representadosabsolutamenteaprioripelasórazãoesãopropriamentemorais,daqueles
quesãoempíricos,equeoentendimentoerigeemconceitosgeraisporumsimples
confrontodasexperiências;consideram-nos,aoinvés,sematentaremnadiferençade
suasorigens,apenassegundoseunúmeromaioroumenor(poisosencaramcomosendo
todosdamesmaespécie)eformamassimseuconceitodeobrigação.Naverdade,este
conceitoétudomenosmoral;maséoúnicoquesepodeesperardeumafilosofiaque,
sobreaorigemdetodososconceitospráticospossíveis,nãodecidedemaneiranenhuma
seseproduzemaprioriousóaposteriori.
Ora,propondo-mepublicar,umdia,umaMetafísicadoscostumes,faço-aprecederdeste
opúsculoquelheservedefundamentação.Decertonãohá,um rigor,outrofundamento
emquedapossaassentar,denãosejaaCríticadeumarazãopuraprática,domesmo
modoque,parafundamentaraMetafísica,serequeraCríticadarazãopuraespeculativa
pormimjápublicada.Mas,emparte,aprimeiradestasCríticasnãoédetãoextrema
necessidadecomoasegunda,porqueemmatériamoralarazãohumana,mesmoentreo
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comumdosmortais,podeserfacilmentelevadaaaltograudeexatidãoedeperfeição,
aopassoquenoseuusoteorético,maspuro,daétotalmentedialética;e,emparte,no
queconcerneàCríticadeumarazãopuraprática,paraqueelasejacompleta,reputo
imprescindívelquesemostreaomesmotempoaunidadedarazãopráticaedarazão
especulativanumprincípiocomum;poisque,emúltimainstância,sópodehaverumae
amesmarazão,esónaaplicaçãodestahálugarparadistinções.Ora,nãomeseria
possívelaquirealizarumtrabalhotãoesmiuçadoecompleto,semintroduzir
consideraçõesdeordeminteiramentediferenteesemlançaraconfusãonoânimodo
leitor.Porisso,emvezdedaraestelivrinhootítulodeCríticadarazãopuraprática,
denominei-oFundamentação daMetafísicadoscostumes.
Mas,porque,emterceirolugar,umaMetafísicadoscostumes,nãoobstanteoqueo
títulocomportadeassustador,podeentantoserexpostaemformapopulareadequadaà
inteligênciadovulgo,afigura-se-meútilpublicaràparteestetrabalhopreliminar,no
qualsãoassentesosfundamentos,(392)paraposteriormentenãomeverobrigadoa
imiscuirsutilezas,inevitáveisemsemelhantematéria,adoutrinasdemaisfácil
compreensão.
ApresenteFundamentaçãonãoémaisdoqueapesquisaeadeterminaçãodoprincípio
supremodamoralidade,obastanteparaconstituirumtodocompleto,separadoe
distintodequalqueroutrainvestigaçãomoral.Certamenteminhasafirmaçõessobretão
momentosoproblema,equeatéaopresentenãofoitratadodemodosatisfatório,muito
pelocontrário,receberiamamplaeelucidativaconfirmação,seoprincípioemquestão
fosseaplicadoatodoosistema,mercêdopoderdeexplicaçãosuficienteque eleem
tudomanifesta;vi-meporémobrigadoarenunciaraestavantagem,que,nofundo,
estariamaisdeacordocomomeuamorprópriodoquecomointeressegeral,umavez
queafacilidadedeaplicaçãodeumprincípiobemcomosuaaparentesuficiêncianão
fornecemprovaabsolutamenteseguradesuaexatidão,antes,pelocontrário,suscitam
emnóscertaatitudedeparcialidadecapazdenosinduziranãoexaminá-loeapreciá-lo
rigorosamenteporsimesmo,sematenderàsconseqüências.
Segui,nesteopúsculo,ométodoquepensoseromaisconveniente,quandopretendemos
elevar-nosanaliticamentedoconhecimentovulgaràdeterminaçãodoprincípiosupremo
domesmo,e,depois,porcaminhoinverso,tornaradescersintèticamentedoexame
desteprincípioedesuasorigensaoconhecimentovulgar,ondeseverificasua
aplicação.Adivisãodaobraépoisaseguinte:
1) Primeirasecção:Passagem m do o conhecimentoracionalcomumdamoralidadeao
conhecimentofilosófico.
2) Segundasecção:PassagemdafilosofiamoralpopularàMetafísicadoscostumes.
3) Terceirasecção:ÚltimopassodaMetafísicadoscostumesàCríticadarazãopura
prática.
PRIMEIRASEÇÃO
Passagemdoconhecimentoracionalcomumdamoralidadeaoconhecimento
filosófico
N
ÃO
É
POSSÍVEL
concebercoisaalgumanomundo,oumesmoforadomundo,quesem
restriçãopossaserconsideradaboa,anãoserumasó:umaBO
AVONTADE
.A
inteligência,odomdeapreenderassemelhançasdascoisas,afaculdadedejulgar,eos
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demaistalentosdoespírito,sejaqualforonomequeselhesdê,ouacoragem,a
decisão,aperseverançanospropósitos,comoqualidadesdotemperamento,sãosem
dúvida,sobmúltiplosrespeitos,coisasboaseapetecíveis;podementantoestesdonsda
naturezatornar-seextremamentemauseprejudiciais,senãoforboavontadequedeles
deveservir-seecujaespecialdisposiçãosedenominacaráter.Omesmosedigados
donsdafortuna.Opoder,ariqueza,ahonra,aprópriasaúdeeocompletobem-estare
satisfaçãodopróprioestado,emresumooquesechamafelicidade,geramuma
confiançaemsimesmoquemuitasvezesseconverteempresunção,quandofaltaaboa
vontadeparamoderarefazerconvergirparafinsuniversaistantoaimprudênciaquetais
donsexercemsobreaalmacomotambémoprincípiodaação.Isto,semcontarqueum
espectadorrazoáveleimparcialnuncalograriasentirsatisfaçãoemverquetudocorre
ininterruptamentesegundoosdesejosdeumapessoaquenãoostentanenhumvestígio
deverdadeiraboavontade;dondeparecequeaboavontadeconstituiacondição
indispensávelparaser feliz.
Hácertasqualidadesfavoráveisaestaboavontadeequepodemfacilitarmuitosua
obra,masque,nãoobstante,(394)nãopossuemvalorintrínsecoabsoluto,antes
pressupõemsempreumaboavontade. Éestaumacondiçãoquelimitaoaltoapreçoem
que,justificadamente,astemos,equenãopermitereputá-lasincondicionalmenteboas.
Amoderaçãonosafetose paixões,odomíniodesieacalmareflexão,nãosãoapenas
bonssobmúltiplosaspectos,masparececonstituírematéumapartedovalorintrínseco
dapessoa;faltacontudoaindamuitoparaquesemrestriçãopossamserconsiderados
bons (adespeitodovalorincondicionadoqueosantigoslhesatribuíam).Semos
princípiosdeumaboavontadepodemtaisqualidadestornar-seextremamentemás:por
exemplo,osanguefriodeumceleradonãosóotornamuitomaisperigoso,como
também,anossosolhos,muitomaisdetestáveldoqueoteríamosjulgadosem ele.
Aboavontadeétal,nãoporsuasobrasourealizações,nãoporsuaaptidãopara
alcançariamfimproposto,massópelo"querer"poroutraspalavras,éboaemsie,
consideradaemsimesma,devesemcomparaçãoserapreciadaemmaiorestimadoque
tudoquantopormeiodelapoderiasercumpridounicamenteemfavordealguma
inclinaçãoou,se,seprefere,emfavordasomadetodasasinclinações.Mesmoquando,
porsingularadversidadedodestinoouporavaradotaçãodeumanaturezamadrasta,
essavontadefossecompletamentedesprovidadopoderdelevarabomtermoseus
propósitos;admitindoatéqueseusesforçosmaistenazespermanecessemestéreis;na
hipótesemesmodequenadamaisrestassedoqueasóboavontade(entendendopor
estanãoummerodesejo,masoapeloatodososmeiosqueestãoaonossoalcance),ela
nemporissodeixariaderefulgircomopedrapreciosadotadadebrilhopróprio,como
algumacoisaqueemsipossuivalor.Autilidadeouinutilidadeemnadalograaumentar
oudiminuiressevalor.Autilidadeseria,porassimdizer,apenasoengastequefacultao
manejodajóianousocorrente,oucapazdefazerconvergirparasiaatençãodosque
nãosãosuficientementeentendidosnoassunto,masquenuncapoderiatorná-la
recomendávelaosperitosnemdeterminar-lheovalor.
Hátodavianestaidéiadovalorabsolutodasimplesvontade,nestemododeaestimar
prescindindodequalquercritério,deutilidade,algodetãoestranhoque,adespeitodo
completoacordoexistenteentreelaearazãocomum,podetodaviasurgirumasuspeita:
quemsabese,narealidade,nãosealbergaaqui,nofundo,senãoumavaporosa
fantasmagoriae(395)senãoserácompreenderfalsamenteanaturezaemsuaintenção
deconferiràrazãoadireçãodenossavontade.Peloque,propomo-nosexaminar,desde
estepontodevista,aidéiadovalorabsolutodapuravontade.
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Naconstituiçãonaturaldeumserorganizado,ouseja,deumserconstituídoemvistada
vida,assentamoscomoprincípiofundamentalquenãoexisteórgãodestinadoauma
função,quenãosejaigualmenteomaispróprioeadaptadoaessafunção.Ora,senum
serprendadoderazãoedevontadeanaturezativessecomofimpeculiarasua
conservação,oseubem-estar,numapalavra,asuafelicidade,devemosconfessarque
elateriatomadomuitomalsuasprecauções,escolhendoarazãodessesercomo
executoradesuaintenção.Todasasações,queumtalserdevecumprirpararealizar
estefim,bemcomoaregracompletadeseucomportamento,ter-lhe-iamsidoindicadas
commuitomaiorexatidãopeloinstinto,podendodessemodoaquelefimtersidomuito
maisfacilmentealcançadodoquepormeiodarazão;eseaumatalcriaturadevesseser
concedidaporacréscimoarazão,estanãodeveriaservir-lhesenãopararefletirsobreas
felizesdisposiçõesdesuanatureza,paraasadmirar,paradelasseregozijaresemostrar
grataàCausabenfazeja;quenãoparasubmeteràquela,fracaeilusóriadireçãosua
potênciaapetitiva,estragandoassimosplanosdanatureza,Numapalavra,anatureza
teriaimpedidoquearazãoseimiscuíssenumusopráticoetivesseapresunçãode,com
suasfracasluzes,formularparasioplanodafelicidadeeosmeiosdeaalcançar;a
naturezateriatomadosobresiaescolha,nãosódosfins,comotambémdosmeios,e
comsábiaprevidênciaosteriaconfiadoaoinstinto
.
Éfatoque,quantomaisumarazãocultivadaseafadiganabuscadosprazeresdavidae
dafelicidade,tantomaisohomemseafastadoverdadeirocontentamento;donde
acontecequeparamuitos,ejustamenteparaosmaisexperimentadosnousodarazão,se
elessãobastantesincerosparaoconfessar,surgeumcertograudemesologiaou,por
outraspalavras,de ódiodarazão.Feitoocômputodasvantagensqueauferem,não
digodadescobertadetodasasartesqueconvergemnoluxovulgar,mastambémdas
ciências (que,nofim,lhesaparecemcomoumluxodoentendimento),verificameles
queas fadigassofridassuperamemmuitoafelicidadedesfrutada;(396)e,portal
motivo,comparando-secomacategoriadehomensinferiores,quedepreferênciase
deixamguiarpeloinstinto,nemconcedemàrazãosenãodiminutainfluênciasobreseu
procedimento,acabamporsentirmaisinvejadoquedesprezodeles.Importa,além
disso,confessarqueojuízodetaishomensquerebaixammuitoechegamareduzira
nadaaspomposasglorificaçõesdasvantagensquearazãonosdeveriaproporcionar
relativamenteàfelicidadeecontentamentodavida,nãoprovémdemaneiranenhumado
mauhumoroudafaltadeagradecimentoàbondadedaProvidência;masque,nofundo
destejuízo,sealbergaaidéia,nãoexpressa,dequeofimdesuaexistênciaé,defato,
diferenteemuitomaisnobre,queaestefimenãoàfelicidadearazãoépeculiarmente
destinada,eque,porconseguinte,aele,comoacondiçãosuprema,devemasmaisdas
vezessubmeter-seasintençõesparticularesdohomem.
Comefeito,dadoquearazãonãoésuficientementecapazdeguiarcomsegurançaa
vontadenoconcernenteaseusobjetosesatisfaçãodetodasasnossasnecessidades(que
elaemparteconcorreparamultiplicar),equeuminstintonaturalinatoaguiariamais
seguramenteaessefim;atendendoentantoaquearazãonosfoioutorgadacomo
potênciaprática;istoé,comopotênciaquedeveexercerinfluênciasobreavontade,é
misterquesuaverdadeiradestinaçãosejaproduzirumavontadeboa,nãocomomeio
paraconseguirqualqueroutrofim,masboacmsimesma;paraoquearazãoera
absolutamentenecessária,umavezque,emtudoomais,anatureza,narepartiçãode
suaspropriedades,procedeudeacordocom.finsdeterminados. Estavontadepoderá
nãoseroúnicobem,obemintegral;deveporémsernecessariamenteobemsupremo,a
condiçãodondedependemosrestantesbens,eatémesmoaaspiraçãoàfelicidade.
""Nestecaso,éperfeitamentecoadunávelcomasabedoriadanaturezaofatodea
culturadarazão,indispensávelparaobteroprimeirodestesfinsqueéincondicionado,
limitardemuitosmodos,aomenosnestavida,aobtençãosegundo,queésempreum
fimcondicionado,ouseja,afelicidade,atéaopontodereduziranadaasuarealização.
Nistoanaturezanãoagecontratodafinalidade,poisarazão,quereconhecequeseu
supremodestinopráticoconsisteemcriarumaboavontade,nãopodeencontraro
cumprimentodestepropósitosenãosatisfaçãoa elaadequada,ouseja,resultanteda
realizaçãodeumfimquesóeladetermina,emboradaíredundealgumprejuízoparaos
finsdainclinação.
Afimdeelucidaroconceitodeumavontade(397)altamenteestimávelemsi,deuma
vontadeboaindependentementedequalquerintençãoulterior,conceitojáinerentea
todoentendimentosãoequeprecisanãotantodeserensinadoquantoapenasdeser
explicado;afimdeelucidaresteconceito,queocupasempreopostomaiselevadona
apreciaçãodovalorcompletodenossasaçõeseconstituiacondiçãodetudoomais,
examinaremosoconceitodo
DÊVER
,quecontémodeumaboavontade,comcertas
restrições,ecerto,ecomcertosentravessubjetivos,masque,longedeodissimulareme
tornaremirreconhecível,maisosalientamporcontrasteeotornammaisesplendente.
Passoaquiemsilênciotodasasaçõesgeralmentehavidasporcontráriasaodever,se
bemque,desteoudaquelepontodevista,possamserúteis,poisnelasnãosepõea
questãodesabersepodemserpraticadaspordever\umavezqueestãoemcontradição
com ele.Deixotambémdeladoasaçõesquesãorealmenteconformescomodever,
paraasquaisentantooshomensnãosenteminclinaçãoimediata,masqueapesardisso
executamsoboimpulsodeoutratendênciaporque,emtalcaso,éfácildistinguirsea
açãoconformecomodeverfoirealizadapordeverouporcálculointeresseiro.Muito
maisdifícilénotarestadistinção,quando,sendoaaçãoconformecomodever,osujeito
senteparacomelaumainclinaçãoimediata.Porexemplo,émanifestamenteconforme
comodeverqueocomerciantenãopeçaumpreçodemasiadoelevadoaumcomprador
inexperiente,e,mesmoquandoocomércioéintenso,ocomerciantehábilnãoprocede
dessemodo;mantém,pelocontrário,umpreçofixoigualparatodos,desortequeuma
criançalhepodecomprarumacoisapelomesmopreçoquequalqueroutrocliente.As
pessoassãopoisservidaslealmente;masissonãobastaparacrerqueonegociante
procedeuassimpordeverouporprincípiosdeprobidade;movia-oointeresse;enãose
podesupornestecasoque eletivesse,alémdisso,umainclinaçãoimediataparacom
seusclientes,queoinduzisseafazer,poramor,preçosmaisconvenientesaumdoquea
outro.Eisaíumaaçãocumprida nãopordever,nemporinclinaçãoimediata,mastão-
somenteporcálculointeresseiro.
Pelocontrário,conservaraprópriavidaéumdever,eé,alémdisso,umacoisaparaa
qualtodossentimosinclinaçãoimediata.Justamenteporissoasolicitudemuitasvezes
angustiantequeamaiorpartedoshomensdemonstrapelavidaédestituídadetodovalor
intrínseco,eamáxima,que,(398) exprimetalsolicitude, , nãotemnenhumvalormoral.
Defato,elesconservamavidaconformementeaodever,masnãopordever.Aoinvés,
secontrariedadesouumadorsemesperançatiraramaumhomemtodooprazerdavida,
seoinfeliz,deânimoforte,sesentemaisenojadodesuasortequedescoroçoadoou
abatido,sedesejaamorte,e,noentanto,conservaavidasemaamar,nãoporinclinação
outemor,maspordever,entãosuamáximacomportavalormoral.
Serbenfazejo,quandosepode,éumdever;contudohácertasalmastãopropensasà
simpatiaque,semmotivodevaidadeoudeinteresse,experimentamvivasatisfaçãoem'
difundiremvoltadesiaalegriaesecomprazememverosoutrosfelizes,namedidaem
queissoéobradelas.Masafirmoque,emtalcaso,semelhanteação,porconformeao
devereporamávelqueseja,nãopossuivalormoralverdadeiro;ésimplesmente
concomitantecomoutrasinclinações,porexemplo,comoamordaglória,oqual,
quandotememvistaumobjetoemharmoniacomointeressepúblicoecomodever,
comoque,porconseguinte,éhonroso,merecelouvoreestímulo,masnãomerece
respeito;poisàmáximadaaçãofaltaovalormoral,quesóestápresentequandoas
açõessãopraticadas,nãoporinclinação,pordever.Imaginemospoisaalmadeste
filantropoanuviadaporumdaquelesdesgostospessoaisquesufocamtodasimpatiapara
comasortealheia;que eletenhaaindaapossibilidadedeminorarosmalesdeoutros
desgraçados,semquetodaviasesintacomovidocomossofrimentosdeles,porse
encontrardemasiadoabsorvidopelosseuspróprios;eque,nestascondições,semser
induzidopornenhumainclinação,searrancaaessaextremainsensibilidadeeage,não
porinclinação,massópordever:sónessecasoseuatopossuiverdadeirovalormoral.
Maisainda.Seanaturezahouvessedepostonocoraçãodesteoudaquelepequenadose
deinclinaçãoparaasimpatiaseumtalhomem(aliáshonesto),fossedetemperamento
frioeindiferenteparacomossofrimentosalheios,talvezporque,sendoprendadode
especialdomderesistênciaedepacienteenergiacontraossofrimentospróprios,supõe
igualmentenosoutros,oudelesexige,qualidadesidênticas;seanaturezanãotivesse
particularmenteformadoestehomem(que,naverdade,nãoseriaasuapiorobra)para
delefazerumfilantropo,nãoencontraria eleemsiestofocomqueseatribuirumvalor
muitosuperioraodeumhomemdetemperamentonaturalmentebenévolo?.Porcerto
quêsim.Ejustamenteaquitranspareceovalormoralincontestavelmentemaiselevado
deseu(399)caráter,resultantedeelepraticarobem,nãoporinclinação,{maspor
dever.asseguraraprópria,felicidadeéum,dever(aomenos, indireto),porqueonão
estarsatisfeito comoseu estado, oviveroprimidopor inumeráveispreocupaçõeseno
meiodenecessidadesnãopreenchidaspodemuitofacilmenteconverter-seemgrande
tentação de infringirseusdeveres. Mas,umavezmais,independentementedodever,
todososhomenspossuemdentroemsiumainclinaçãomuitoforteemuitoprofunda
paraafelicidade,poisquejustamentenestaidéiadefelicidadeseunemtodasassuas
tendências.Simplesmenteopreceito,quenosmandabuscarafelicidade,apresenta
muitasvezescarátertalqueprejudicaalgumasdenossasinclinações,desortequenãoé
possívelaohomemformaridéianítidaebemdefinidadocomplexodesatisfaçãode
seusdesejos,aquedáonomedefelicidade.Nãohápoismotivoparaficarsurpreendido
deque'umasóinclinação,determinadaquantoaoprazerqueprometeequantoàépoca
emquepoderásersatisfeita,sejacapazdesobrepujarumaidéiavaga.Porexemplo,um
gotosopreferirásaborearumacepipedeseuagrado,nãoselhedandodesofreras
conseqüências,porquesegundoseuscálculos, aomenos s nesta a circunstância, acha
preferívelnãoseprivardeumprazeratual,pelaesperançaacasoinfundadadeuma
felicidadeassociadaàsaúde. Mas,tambémnestecaso,seasaúde,para a eleaomenos,
nãofossecoisaaquedevesseoutorgarlugarpreponderanteemseuscálculos,
permaneceriaaindadepé,nestecomonosdemaiscasos,umalei,a saber,aleique
mandatrabalharpelaprópriafelicidade,nãoporinclinação,porinclinação,maspor
dever.Sóentãoseucomportamentopossuiautênticovalormoral.
Assimdevem,semdúvida,sercompreendidostambémospassosdaEscritura,ondese
ordenaamaropróximoeateosinimigos.Comefeito,oamor,comoinclinação,não
podesercomandado;maspraticarobempordever,quandonenhumainclinaçãoaisso
nosincita,ouquandoumaaversãonaturaleinvencívelseopõe,eisumamorpráticoe
nãopatológico,queresidenavontade,enãonatendênciadasensibilidade,nos
princípiosdaação,enãonumacompaixãoemoliente. Ora,éesteúnicoamorquepode
sercomandado.
Venhamos àsegundaproposição. . Uma a ação cumpridapordevertiraseuvalor
moralnãodofimqueporeladeve seralcançado,masdamáximaqueadetermina.Este
valor(400)nãodepende,portanto,darealidadedoobjetodaação,masunicamentedo
princípiodoquerer,segundooqualaaçãofoiproduzida,semtomaremcontanenhum
dosobjetosdafaculdadeapetitiva.Detudoquantoprecede,segue-.sequeosfinsque
podemosteremnossasações,bemcomoosefeitosdaíresultantes,consideradoscomo
finsemolasdavontade,nãopodemcomunicaràsaçõesnenhumvalormoralabsoluto.
Ondepodepoisresidiressevalor,senãodeveencontrar-senarelaçãodavontadecom
osresultadosesperadosdestasações?Emnenhumaoutraparteépossívelencontrá-lo
senãonoprincipiodavontade,abstraindodosfinsquepodemserrealizadospormeio
deumatalação.Defato,avontade,situadaentreseuprincípioa.priori,queéformale
seumóbilaposteriori,queématerial,estácomoquenabifurcação
dedoiscaminhos;e,comoénecessárioquealgumacoisa adetermine,será
determinadapeloprincípioformaldoquereremgeral,semprequeaaçãosepratique
pordever,poislheéretiradotodoprincípiomaterial.
Quantoàterceiraproposição,conseqüênciadasduasprecedentes,eiscomoaformuloo
deveréanecessidadedecumprirumaaçãopelorespeitoàlei.Para.oobjeto
concebidocomoefeitodaaçãoquemeproponho,possoverdadeiramentesentir
inclinação,nuncaporémrespeito,precisamenteporqueeleésimplesefeito,enãoa
atividadedeumavontade.Domesmomodo,nãopossoterrespeitoaumainclinaçãoem
geral, sejaela minha ou deoutrem; ; quandomuito, , possoaprová-lanoprimeirocaso,
nosegundocasotalvezatéamá-la,istoé,considerá-lacomofavorávelameuinteresse.
Sóoqueestáligadoàminhavontadeunicamentecomoprincípio,enuncacomoefeito,
oquenãoserveaminhainclinaçãomasadomina,eaomenosaexcluitotalmenteda
avaliaçãonoatodedecidir,porconseguinteasimplesleiporsimesmaéque
podeserobjetoderespeito,e,portanto,ordem,paramim.Ora,seumaaçãocumprida
pordevereliminacompletamenteainfluênciadainclinaçãoe,comela,todoobjetoda
vontade,"nadarestacapazdedeterminaramesmavontade,anãoserobjetivamentea.
leiesubjetivamenteumpurorespeitoaestaleiprática,portantoamáxima(*)de
obedeceraessalei,emboracomdanodetodasasminhasinclinações"
Portanto,ovalormoraldaaçãonãoresideno(401)efeitoquedelaseespera,comonem
emqualquerprincípiodaaçãoqueprecisedetirarseumóbildesteefeitoesperado.Com
efeito,todosestesresultados(contentamentodeseuestado,eatémesmocontribuição
paraafelicidadealheia)poderiamprovirdeoutrascausas;nãoénecessáriaparaissoa
vontadedeumserraciona,muitoemborasomentenestasepossaencontrarosupremo
bem,obemincondicionado.Porissoarepresentaçãodaleicmsimesma,que
seguramentesótemlugarnumserracional,comacondiçãodeserestarepresentação,e
nãooresultadoesperado,oprincípiodeterminadodavontade,eisoquesóécapazde
constituirobemtãoexcelentequedenominamosmoral,oqualjáseencontrapresente
napessoaqueagesegundoessaidéia,masquenãodeveseresperadosomentedoefeito
desuaação(**).
(•)Máximaéoprincípiosubjetivodoquerer;oprincípioobjetivo(istoé,oprincípiocapazde
servirtambémsubjetivamente'deprincipiopraticoparatodososseresracionais,searazão
tivesseplenopodersobreafaculdadeapetitiva)éaleiprática(58).
(**)Poderiamobjetar-meque,servindo-medotermorespeito,tentoapenasrefugiar-menum
sentimentoobscuro,emvezdeaclararaquestãopormeiodeumconceitodarazão.Mas,
conquantoo respeitosejaumsentimento,nãoétodaviasentimentoprovenientedeinfluência
estranha,mas,sim,pelocontrário,sentimentoespontaneamenteproduzidoporumconceitoda
razão,eporissomesmoespecificamentedistintodossentimentosdaprimeiraespécie,referentes
àinclinaçãoouaotemor.Oquereconheçoimediatamentecomoleiparamim,reconheço-ocom
umsentimentoderespeitoqueexprimesimplesmenteaconsciênciaquetenhodasubordinação
deminhavontadeaumalei,semintromissãodeoutrasinfluênciasem minhasensibilidade.A
determinaçãoimediatadavontadepelalei,eaconsciênciaquetenhodessadeterminação,
chama-serespeito,desortequeestedeveserconsiderado,nãocomocausadalei,mascomo
efeito, damesmasobreosujeito.Emrigordeexpressãoorespeitoéarepresentação—deum
valorquevaideencontroaomeuamorpróprio.Conseguintementeéalgumacoisaquenãoé
consideradanemcomoobjetodeinclinação,nemcomodetemor,sebemqueapresentealguma
analogiacomambosaomesmotempo.Oobjetodorespeitoépoissimplesmente,alei,leique
nosimpomosanósmesmos,masquenoentantoé necessáriaemsi.Enquantolei,estamos-lhes
sujeitos,semconsultarnossoamorpróprio;enquantoimpostapornósanósmesmos,é
conseqüênciadenossavontade.Doprimeiropontodevistaofereceanalogiacomotemor;do
segundopontodevista,temanalogiacomainclinação.Orespeitoquesesenteparacomuma
pessoa,narealidadenão6maisdoque*orespeitodalei(dahonestidade,etc.)dequeessa
pessoanosdáexemplo.Domesmomodoqueconsideramosumdevercultivarnossostalentos,
assimtambémvemosnumapessoaprendadadetalentoscomoqueoexemplode.umalei(que
ordenaquenosexercitemoscmnosassemelhar-nosnelanisto):eisoqueconstituionosso
respeito.Tudoquantosedesignainteressemoralconsisteunicamentenorespeitodalei.
(402)Masqueleipodeseresta,cujarepresentação,semqualquerespéciede
consideraçãopeloefeitoquedelaseespera,devedeterminaravontade,paraqueesta
possaserdenominadaboaabsolutamenteesemrestrição?Apósterdespojadoa
vontadedetodososimpulsoscapazesdenelaseremsuscitadospelaidéiadosresultados
provenientesdaobservânciadeumalei,nadamaisrestadoqueaconformidade
universaldas açõesaumaleiemgeralquedevaservir-lhedeprincípio:noutrostermos,
devoportar-mesempredemodoqueeupossatambémquererqueminhamáximase
torneemleiuniversal. Asimplesconformidadecomaleiemgeral(semtomarpor
baseumadeterminadaleiparacertasações) éaqueserveaquideprincípioàvontade,
eporconseguintedeveigualmenteservir-lhedeprincípio,seodevernãoéilusãovãe
conceito quimérico. . O O bom-senso o vulgar, , no o exercício deseujuízoprático,
concordaplenamentecomoprincípioexposto,enuncaoperdedevista.
Tomemos,porexemplo,aquestãoseguinte: ser-me-álícito,emmeiodegravesapuros,
fazerumapromessacomintençãodeanãoobservar? Nãooferecedificuldade
distinguirosdois sentidosque e a questão pode comportar, consoante sedesejasaber
seéprudente,ouseéconformeaodever,fazerumapromessafalsa. Semdúvidaque
muitasvezespodeserprudente;maséclaroquenãobastasafar-me,mercêdeste
expediente,deumembaraçopresente;devoaindaexaminarcom
cuidadosedessa
mentiranãomeredundarão,nofuturo,aborrecimentosmuitomaisgravesdoque
aquelesdequemeliberto
nestemomento;ecomo,adespeitodetodaminha
sagacidade, nãosãofáceisdepreverasconseqüências,demeuato,devo./ recearque
aperdadeconfiançaporparte deoutrem m me e acarretemaioresprejuízosquetodoo
malquenestemomento penso o evitar. . Agirei i pois mais sensatamente, portando-
me,nestaocorrênciaemconformidadecomumamáximauniversaleprocurandocriaro
hábitodenadaprometersemintençãodecumprir, Masdepressasemeafigura
evidentequetal máxima a estribasempre no temor das s conseqüências. . Ora, , uma
coisaésersinceropordever,eoutracoisasersincero pôrtemosdasconseqüências
desagradáveis:noprimeirocaso, oconceitodaaçãoemsimesmacontémjáumalei
paramim;masnosegundocaso,preciso,antesdemaisnada,tentardescobriralhures
quaisasconseqüênciasqueseseguirãoàminhaação. Porque,semedesviodo
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